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Como acompanhar o paciente diabético entre as consultas

Acompanhar o paciente diabético entre as consultas — e não só no dia do retorno — melhora o controle glicêmico e reduz o abandono do tratamento. Na prática, isso significa ter os registros diários de glicemia, alimentação e medicação organizados num painel que o profissional vê de relance.

O que acompanhar

  1. Glicemia: tempo no alvo (70–180) e A1c estimada entre os exames.
  2. Alimentação: carga de carboidrato e padrões.
  3. Medicação: adesão diária.
  4. Exames: evolução da HbA1c e do perfil lipídico no tempo.

Por que importa

A adesão ao tratamento despenca quando o acompanhamento some: num estudo de 2 anos, a adesão caiu de 81% no mês 1 para 57% no mês 24. Manter o contato vivo entre as consultas é o que segura o resultado — e o paciente.

Como o Onya ajuda

O Onya reúne os registros diários do paciente num painel de evolução (tempo no alvo, A1c estimada, alimentação e exames) que o profissional abre na consulta para mostrar o progresso e sustentar a renovação do tratamento.

Perguntas frequentes

Por que acompanhar o diabético entre as consultas?

Porque a adesão cai quando o contato some (de 81% para 57% em 2 anos num estudo); o acompanhamento contínuo segura o resultado e reduz o abandono.

O que um nutricionista deve acompanhar no diabético?

Glicemia (tempo no alvo e A1c estimada), alimentação (carboidratos), adesão à medicação e a evolução dos exames.

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