Artigos — diabetes, glicemia e nutrição
Conteúdo educativo sobre controle glicêmico, alimentação e acompanhamento de pacientes.
- Guia completo de controle da diabetes tipo 2
Guia prático de controle da diabetes tipo 2: metas glicêmicas, como medir (tempo no alvo e A1c estimada), alimentação, hábitos, exames e acompanhamento profissional.
- Tempo no alvo (TIR) na diabetes: o que é e qual a meta
Tempo no alvo (TIR) é a porcentagem das medições de glicemia dentro de 70–180 mg/dL. A meta para a maioria dos diabéticos é acima de 70% do tempo.
- Hemoglobina glicada estimada (GMI): como calcular pela glicemia
O GMI estima a hemoglobina glicada (A1c) a partir da glicemia média. A fórmula é GMI(%) = 3,31 + 0,02392 × glicemia média (mg/dL).
- Metas glicêmicas na diabetes: jejum, pós-refeição, A1c e TIR
Metas glicêmicas para a maioria dos adultos com diabetes: jejum 80–130 mg/dL, pós-refeição abaixo de 180, HbA1c abaixo de 7% e tempo no alvo acima de 70%.
- Contagem de carboidratos para diabéticos com a Tabela TACO
A contagem de carboidratos ajuda no controle da glicemia. A Tabela TACO (UNICAMP) traz o carboidrato por 100g de alimentos brasileiros — arroz cozido ~28g, feijão ~14g, pão francês ~58g.
- Como acompanhar o paciente diabético entre as consultas
O acompanhamento contínuo do diabético entre consultas (glicemia, alimentação, medicação) melhora o controle e a retenção. Veja como nutricionistas e endocrinologistas podem fazer isso.
- Registrar a alimentação ajuda a controlar a diabetes?
Sim. Registrar a alimentação é um dos hábitos com maior evidência de resultado. No estudo Kaiser, quem registrou comida 6+ dias por semana perdeu o dobro de peso.
- Por que o paciente abandona o tratamento (e como reter)
A retenção é o maior desafio do consultório. A adesão ao tratamento cai de 81% no primeiro mês para 57% em 2 anos. Acompanhamento contínuo e prova de evolução reduzem o abandono.
- Apps de diabetes funcionam? O que a evidência mostra
Sim. Revisões mostram que apps de monitoramento de diabetes reduzem a hemoglobina glicada em torno de 0,4 a 1,3%, com dose-resposta: quanto maior o engajamento, maior o efeito.
- Glicemia pós-prandial: o que é, valores e como controlar
Glicemia pós-prandial é a medida 1 a 2 horas após a refeição. Para a maioria dos diabéticos, a meta é ficar abaixo de 180 mg/dL.
- Pré-diabetes: valores, sintomas e como reverter
Pré-diabetes é glicemia de jejum de 100 a 125 mg/dL ou hemoglobina glicada de 5,7% a 6,4%. É reversível com perda de peso e mudança de hábitos.
- Índice glicêmico: o que é e tabela de alimentos
O índice glicêmico (IG) mede quão rápido um alimento eleva a glicemia. Baixo é até 55, médio de 56 a 69 e alto a partir de 70.
- Sono e glicemia: como dormir mal piora a diabetes
Dormir pouco aumenta a resistência à insulina e a fome, piorando o controle glicêmico. O ideal para adultos é 7 a 9 horas por noite.
- Hipoglicemia: sintomas e o que fazer (regra dos 15)
Hipoglicemia é glicemia abaixo de 70 mg/dL. O tratamento é a regra dos 15: consumir 15g de carboidrato de absorção rápida e reavaliar em 15 minutos.
- Bioimpedância: o que é e o que mede
A bioimpedância é um exame que estima a composição corporal — percentual de gordura, massa magra (músculo) e água corporal — passando uma corrente elétrica fraca pelo corpo.
- Dieta low carb e diabetes tipo 2: o que diz a evidência
Reduzir carboidratos melhora a glicemia e a hemoglobina glicada na diabetes tipo 2. Deve ser orientada por profissional, com ajuste da medicação para evitar hipoglicemia.
- Diabético pode comer arroz? O que considerar (e a porção)
Sim, o diabético pode comer arroz com moderação. O arroz branco cozido tem ~28g de carboidrato por 100g e índice glicêmico alto (~73). Veja como encaixar na refeição.
- Banana sobe a glicemia? Diabético pode comer banana?
Sim, o diabético pode comer banana. Uma banana prata média tem ~22g de carboidrato e índice glicêmico médio (~51). A maturação e a porção mudam o efeito na glicemia.
- Diabético pode comer pão? Qual pão escolher
Sim, com moderação. O pão francês tem índice glicêmico alto e ~29g de carboidrato por unidade (50g). Pães integrais e de fermentação natural sobem a glicemia mais devagar.
- Diabético pode comer tapioca? O que considerar
Sim, com cuidado. A tapioca tem índice glicêmico muito alto (~85) e quase só carboidrato. O recheio (proteína e fibra) e a porção são o que controlam o efeito na glicemia.
- Diabético pode comer batata-doce? Por que é melhor escolha
Sim. A batata-doce cozida tem ~20g de carboidrato por 100g e índice glicêmico menor que a batata inglesa, sendo uma boa fonte de carboidrato para diabéticos em porção controlada.
- Quais frutas o diabético pode comer? Lista por índice glicêmico
O diabético pode comer frutas, priorizando as de baixo índice glicêmico como maçã, pera, morango e abacate, em porção controlada. Veja a lista do que liberar e do que moderar.
- Diabético pode comer chocolate? Qual escolher
Sim, em pequena quantidade. O diabético deve preferir chocolate amargo (70% cacau ou mais), que tem menos açúcar. O chocolate ao leite e o branco sobem mais a glicemia.
- A IA já faz a dieta. O que o nutricionista vende agora?
Com a IA gerando planos alimentares em segundos, o valor do nutricionista deixou de ser a dieta e passou a ser o acompanhamento entre as consultas — a parte que a IA não faz.
- Na era da IA, por que ainda contratar um nutricionista?
A IA monta planos alimentares, mas não muda comportamento nem acompanha a vida real. Por isso o nutricionista segue essencial: o que faz emagrecer não é o plano, é seguir o plano — com acompanhamento.
- Como se diferenciar como nutricionista em 2026 (não é o plano)
Num mercado lotado e com IA fazenda dietas de graça, o diferencial do nutricionista deixou de ser o plano alimentar. Veja como se destacar pelo acompanhamento e ganhar mais pacientes.
- Acompanhamento entre consultas: o novo diferencial do nutri
O acompanhamento entre as consultas é o que separa o nutricionista que retém e fideliza do que perde paciente. Veja o que acompanhar, por que importa e como fazer sem sobrecarga.