Monitoramento glicêmico remoto no consultório
Monitoramento glicêmico remoto é acompanhar a glicemia do paciente entre as consultas, com os dados chegando ao profissional: tempo no alvo, A1c estimada (GMI) e os padrões ao longo do dia. Permite decidir com base em dado, não só na média a cada três meses.
O que olhar (além da glicemia isolada)
| Indicador | O que mostra |
|---|---|
| Tempo no alvo (TIR) | % do tempo entre 70–180 — a variabilidade que a A1c esconde |
| A1c estimada (GMI) | Estima o controle entre os exames de laboratório |
| Padrões do dia | Picos após refeições, hipos, horários críticos |
| Metas | Comparar o real com o alvo individualizado |
Por que muda a consulta
Sem dados entre consultas, você decide às cegas com uma A1c de 3 meses atrás. Com o monitoramento remoto, o ajuste acontece na hora certa — e a consulta rende mais, porque parte de um retrato real. É a base do acompanhamento remoto do diabético.
Onde o Onya se encaixa
O Onya reúne glicemia, tempo no alvo, A1c estimada e registro do paciente num painel — o profissional vê o padrão sem pedir planilha. Conheça em 1 minuto.
Perguntas frequentes
O que é monitoramento glicêmico remoto?
É acompanhar a glicemia do paciente entre as consultas, com os dados chegando ao profissional: tempo no alvo, A1c estimada e padrões ao longo do dia. Isso permite ajustar a conduta na hora certa, em vez de esperar o próximo exame.
Qual a vantagem para o endocrinologista?
Decisão baseada em dados reais e recentes, não só na hemoglobina glicada de três meses atrás. Ver tempo no alvo, A1c estimada e os padrões do dia torna a consulta mais objetiva e permite intervir entre os retornos.